Como calculamos
Todo número que aparece no site sai de uma leitura que fizemos. Esta página diz como essas leituras viram média, mínima e veredito — e, principalmente, onde o método não alcança.
De onde vem o preço
Visitamos a página pública do produto na loja e lemos o preço anunciado. Cada leitura fica gravada com data e hora. Não usamos preço informado por terceiros nem estimativa: se não conseguimos ler, não gravamos nada, e a oferta fica sem preço em vez de ficar com um preço inventado.
Quando um ponto entra no histórico
Só quando o preço muda de verdade. Se três verificações seguidas encontram o mesmo valor, isso vira um ponto, não três. Isso mantém o gráfico legível e o custo de operação baixo — mas significa que a distância entre dois pontos do gráfico não é constante no tempo.
Média, mínima e máxima
- Mínima: o menor preço já registrado por nós no período mostrado.
- Máxima: o maior preço registrado no mesmo período.
- Média: a média aritmética simples dos pontos registrados. Não é ponderada por tempo, então um preço que durou um dia pesa igual a um que durou duas semanas.
- Observações: a página sempre diz quantas leituras sustentam esses números. Duas leituras produzem uma média frágil, e é honesto que você saiba disso.
Por que nem sempre dizemos "30 dias"
Porque nem sempre temos 30 dias. Quando o histórico cobre um período menor, a página escreve "últimos 8 dias", "últimos 3 dias" ou "histórico disponível" — o que for verdade. Chamar de "média de 30 dias" um cálculo feito sobre quatro leituras de anteontem seria uma afirmação falsa justamente no componente que existe para você poder confiar no resto.
O veredito
- Ainda acompanhando: menos de duas leituras. Não dá para comparar nada, e não fingimos que dá.
- Melhor momento para comprar: o preço de hoje empata com a menor leitura registrada.
- Bom momento: está pelo menos 5% abaixo da média registrada.
- Preço na média: está dentro de uma faixa estreita em torno da média.
- Vale esperar: está acima da média registrada.
Confiança do dado
Além do veredito, cada preço traz um nível de confiança calculado a partir de quatro fatos verificáveis: há quanto tempo foi a última verificação, quantas leituras existem, quantas falhas de coleta houve recentemente e quanto tempo o histórico cobre. Confiança baixa não significa que o preço está errado — significa que temos menos base para afirmar que ele é bom.
Valores estranhos
Quando uma leitura chega mais de 50 vezes maior ou menor que a anterior, ela é recusada. Preço não sobe nem cai 50 vezes de uma verificação para a outra; quando parece que sim, o que mudou foi nossa leitura, não a loja — em geral um separador decimal perdido, que transforma R$ 72,90 em R$ 7.290. A leitura recusada é registrada como falha e o valor anterior é preservado.
Onde o método falha
- Cupom no carrinho: desconto que só aparece no checkout não é lido e não entra no histórico.
- Frete: varia por CEP e não é somado ao preço comparado.
- Assinatura: na Amazon, produtos com "Programe e Poupe" exibem dois preços. Lemos o avulso; o de assinatura é outra oferta.
- Troca de vendedor: no Mercado Livre e na Shopee, o mesmo anúncio pode mudar de vendedor. Quando isso acontece, o histórico mistura ofertas diferentes e a comparação perde parte do sentido.
- Produto recém-cadastrado: sem histórico não há veredito, só o preço de hoje.
- Disponibilidade: quando a leitura indica que o produto está indisponível, a oferta sai do site mesmo tendo preço.
Quando um preço para de aparecer
Uma oferta deixa de ser exibida se ficar sem preço verificável, se a loja marcar indisponível, se a última verificação ficar velha demais ou se a oferta for bloqueada por nós. Nesses casos preferimos não mostrar nada a mostrar um número que não conseguimos sustentar.