Alerta de preço: como escolher o valor certo
Um alerta bom dispara quando vale a pena comprar, não quando é impossível. Como usar a mínima e a média do histórico para escolher o preço-alvo.
O erro comum: pedir um preço que nunca existiu
A tentação é colocar um valor bem baixo, "para o caso de". O problema é que um alerta abaixo da mínima histórica tem chance quase nula de disparar, e o efeito prático é ficar sem aviso nenhum enquanto o produto passa por várias quedas reais.
A mínima registrada é o piso conhecido. Definir o alvo abaixo dela é apostar num preço que nunca observamos.
Um método simples
Se o produto tem histórico razoável, um alvo entre a mínima e a média costuma equilibrar bem: dispara em queda de verdade, sem exigir um recorde. Os botões de 5%, 10% e 20% abaixo do preço atual servem de atalho para isso.
Se o histórico é curto, o alvo é palpite de qualquer jeito. Nesse caso vale definir pelo seu orçamento — quanto você aceita pagar — em vez de pelo gráfico.
Confirmação e cancelamento
Todo alerta exige confirmação por e-mail antes de valer. Isso existe para impedir que alguém cadastre o seu endereço sem você saber, e é o motivo de o alerta não funcionar enquanto o link de confirmação não for clicado.
O cancelamento é um link no rodapé de cada e-mail, funciona em um clique e não pede login. Depois de cancelado, o link não reativa o alerta.


